“As
pessoas são persistentes quando se trata de garantir sua independência
imaginária. Elas acumulam e guardam a doença como se fosse um bem
precioso. Encontram sua identidade e seu valor na mutilação e os guardam
com cada grama de força que possuem. Não é de espantar que a graça seja
tão pouco atraente. Nesse sentido você tentou trancar a porta do seu
coração por dentro.”