sábado, 2 de junho de 2012

As dores da vida

Uma das maiores dores é a da perda do que poderíamos ter sido, se não tivéssemos feito mudanças.

Na correria do dia-a-dia pensamos que já estamos em outra, que o passado ficou para trás.

E, quando menos esperamos, a dor da perda sobe como um vulcão, explode e nos mostra como está viva, forte, pungente.

Muitos não se permitem experienciar a dor, deixar que ela se manifeste. Abafam-na para não sofrer mais. A dor se torna insuportável.

É uma atitude complicada, que parece resolver, mas que na verdade só adia. Tudo o que ocultamos só nos complica, mais tarde se volta contra nós.

Outros vivem só lamentando suas perdas, lembrando só os momentos felizes, reinventando o passado.

Vivem afundados nas lembranças como num pântano.

Quanto mais lembram, mais afundam, mais lamentam as perdas, mais idealizam as situações, mais se culpam e culpam os demais pelos fracassos e menos consegue modificar o presente.

Uma atitude madura é reconhecer a dor, permitir que ela venha a tona, se expresse, sentir a dor, chorar, rever pessoas mentalmente, carinhosamente.

Passada e explosão emocional, é importante mapear a dor, as situações que a causam, as pessoas envolvidas.

Procurar compreendê-la como manifestação da nossa complexidade, busca, contradições, perdas, desejo de realização.

E tentar aceitar de forma mais autêntica tudo que significou esse passado, com suas alegrias e tristezas, como uma parte rica das nossas vidas.


sexta-feira, 1 de junho de 2012

Meninos bobos

“Não é ser fria, é ser cuidadosa. Não é ser grossa, é falar a verdade. Não é ser metida, é ter amor próprio. Não é ser difícil, é ser seletiva. Você precisa ser mais franca e esperta. Tanto

homem por aí querendo uma mulher interessante igual a você, e você aí perdendo tempo atrás desse menino? Acorda amiga, mulher precisa de homem, e homem precisa de mulher. Meninos só precisam de uma mãe e um playstation.”



quinta-feira, 31 de maio de 2012

Cansei mesmo!

As pessoas que um dia já se importaram demais, hoje não se importam mais. Cansaram de correr atrás de quem só foge, cansaram de cuidar de quem só quer se machucar, cansaram de ser boas em um mundo onde quem é frio e indiferente se torna interessante. Pessoas gostam do que não tem, do que é difícil. E tem algo mais difícil do que fazer uma pessoa se importar de novo? E aí, quem vai ser o próximo a tentar me impressionar?

 

terça-feira, 29 de maio de 2012

...

“Se você estiver ocupado demais para me ligar, eu vou entender. Se você não tiver tempo para me mandar mensagens, eu vou entender. Se você tiver fazendo algo mais importante e não puder
me ver, eu vou entender. Se você fingir que não está nem ai pros meus sentimentos e continuar me ignorando, eu vou entender. Se você continuar desperdiçando seu tempo de vida com coisas fúteis, eu vou entender. Mas se eu parar de te procurar, aí é a sua vez de me entender.”

 

(:

" A vida é cheia de surpresas, muitas boas e poucas ruins. Mas se entendermos que podemos mudar nossa trajetória quando quisermos, então a vida passa a ser maravilhosa".

 

Lei do retorno

Eu acredito na lei do retorno: tudo que vai, volta. Tudo que você faz com alguém, recebe de volta. Todo machucado que você causa, sofre também. Todo veneno que você soltar, vai provar. Todo mundo precisa sentir na pele a dor que já causou ao outro. E você precisa sentir dores imensas para que não as deseje para mais ninguém. É a lei da vida, tudo tem seu troco.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Assim vou vivendo

Desconfio antes de acreditar, sou indiferente antes de me importar, não me apego a qualquer um e deixo que cada um siga o seu caminho, mesmo que diferente do meu. Sei que não posso segurar as pessoas pela camisa e obrigá-las a ficarem ao meu lado, por isso dou meu melhor sorriso e digo meu sincero adeus. Pode ir, se sentir falta, volta. Se eu vou estar aqui? Talvez. Me desapeguei de ideias, pessoas, lugares e de esperanças. Não espero nada das pessoas, não fico muito tempo em um mesmo lugar, não tenho sonhos e não tenho um plano de vida traçado. Vou vivendo assim, dia após dia, feliz com minha mania de não se importar com o que vai acontecer.

 

Só o ncessário

Não sou para todos. Gosto muito do meu mundinho.
Ele é cheio de surpresas, palavras soltas e cores misturadas.
Às vezes tem um céu azul, outras tempestade.
Lá dentro cabem sonhos de todos os tamanhos.
Mas não cabe muita gente. Todas as pessoas que estão dentro dele não estão por acaso.
São necessárias!

 

domingo, 27 de maio de 2012

Eu estou me segurando…



(…) mas queria que você soubesse a luta diária que tem sido, pra eu me controlar e não ir falar com você sempre que te vejo Online no msn; segurar o riso quando te vejo na rua; não encostar a cabeça no teu ombro quando me abraça; pensar em tudo antes de falar alguma coisa, para não cometer nenhum erro; para não demonstrar que tem sido dificil fingir que não me importo. Eu queria que você realmente acreditasse que está sendo fácil para eu te esquecer. Eu queria que até eu mesma pudesse acreditar nisso. Não tem sido fácil dizer aos outros que não há “nós”. Não mais. Isso dói. Machuca; fere. É corte profundo que os outros insistem em reabrir cada vez que está cicatrizando. Se é que cicatriza. Mas uma hora, dói menos; eu espero… e espero que não demore para que isso aconteça; pois só eu sei a luta diária que tem sido, ficar sem você. Teu sorriso, teu cheiro, teu jeito. Tão teu, que me fez tua em tão pouco tempo. Tempo este que, se comparado ao tempo que estou levando para te esquecer, foi demasiado curto. Demais; sem mais… Falta você aqui. Mas uma hora eu me acostumo; ou não...

Desencanto


“Você gosta de gente rodada, então que rode também. Agiu sem pensar em mim, sem pensar no fim. Mas tanto faz. Por um minuto pensei “Ótimo, mais um príncipe que vira sapo!”, mas logo
em seguida eu entendi, como sempre, que sapo você sempre foi, quem quis ver o príncipe onde nunca existiu fui eu. Que desencanto.”