Eu ignoro a "verdade" às vezes... porque eu sei que ela é construída e, porque no meu jeito reflexivo de ser, eu sempre preferi construir meus mundos. Mas paredes continuam sendo paredes mesmo quando a gente as pinta de vermelho. E castelos só são castelos se também tiverem concreto, ou são apenas amontoados de areia.
Porque eu não sei o que eu vou fazer quando eu conseguir aquilo que busco. Meio como se pra continuar sonhando eu nunca pudesse alcançar sonho. Parece loucura... Será que deliberadamente, por ter medo de ser, eu mate qualquer externalidade que me constitua?! Tantas e tantas vezes uso a escrita como um escudo que me protege é de mim, e do que sinto, do que eu possa sentir... Meio como se eu tematizasse antes eu tivesse algum controle sobre gênio, rumo e direção. Às vezes me sinto como um maremoto de ondas cataclísmicas prestes a destruir cidades inteiras... mas a destruição é sempre interna. E também é sempre interno o desejo vazio que fica. É que me sobram tantas faltas...
Não é minha missão nessa terra mostrar a você qualquer coisa. Suas escolhas também são suas e, para algumas pessoas, felicidade é o alcance de metas. Eu prefiro que as metas se f*dam... prefiro continuar sendo "rasa" e jogando minha "suposta inteligência" lá pra baixo se isso me fizer mais humana, mais perto do que vislumbro e quero pra mim. Eu não quero ser o vislumbre de um homem arrogante e brilhante que usa, mas muito mal, sua capacidade de análise pra continuar ranzinza e solitário. E, não, eu não fujo de você. Eu me afasto de você. É escolha. Talvez ambos consigamos a nossa "meta", que para mim é temporária e pode ser que se desloque, mas o meu percurso (isso eu garanto) vai ser incrivelmente mais divertido que o seu.
Porque eu não sei o que eu vou fazer quando eu conseguir aquilo que busco. Meio como se pra continuar sonhando eu nunca pudesse alcançar sonho. Parece loucura... Será que deliberadamente, por ter medo de ser, eu mate qualquer externalidade que me constitua?! Tantas e tantas vezes uso a escrita como um escudo que me protege é de mim, e do que sinto, do que eu possa sentir... Meio como se eu tematizasse antes eu tivesse algum controle sobre gênio, rumo e direção. Às vezes me sinto como um maremoto de ondas cataclísmicas prestes a destruir cidades inteiras... mas a destruição é sempre interna. E também é sempre interno o desejo vazio que fica. É que me sobram tantas faltas...
Não é minha missão nessa terra mostrar a você qualquer coisa. Suas escolhas também são suas e, para algumas pessoas, felicidade é o alcance de metas. Eu prefiro que as metas se f*dam... prefiro continuar sendo "rasa" e jogando minha "suposta inteligência" lá pra baixo se isso me fizer mais humana, mais perto do que vislumbro e quero pra mim. Eu não quero ser o vislumbre de um homem arrogante e brilhante que usa, mas muito mal, sua capacidade de análise pra continuar ranzinza e solitário. E, não, eu não fujo de você. Eu me afasto de você. É escolha. Talvez ambos consigamos a nossa "meta", que para mim é temporária e pode ser que se desloque, mas o meu percurso (isso eu garanto) vai ser incrivelmente mais divertido que o seu.

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